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Boletim Inovação Aberta

Boletim mensal sobre a Inovação Aberta – Publicação digital número 6 – Setembro/2011

Acompanhe as atividades do centro e relacione-se com os demais profissionais da inovação por meio da plataforma openinnovationbrasil.ning.com

 

Uma para três

Uma pergunta sobre open innovation para três personalidades do cenário brasileiro de inovação.

Qual o sentido de fazer open innovation para a indústria farmacêutica brasileira?

Roberto Debom
Diretor de P,D&I
Cristália

“Acredito que o motivo principal de investir em inovação aberta é a busca de parceria para desenvolvimento de produtos inovadores e principalmente de colaboradores que possuem esses talentos. Dessa forma, acreditamos que o open innovation é o berço da inovação para países emergentes, dando sustentabilidade para a empresa no mercado e sustentabilidade para o próprio mercado”.

 

José Martins
Diretor Técnico Científico
Instituto Vita Nova

“A inovação aberta é uma das únicas opções em médio prazo para incorporação de novas tecnologias, novos produtos e manutenção da competitividade dentro desse setor altamente demandante de tecnologias. O aumento dos investimentos pelas grandes empresas multinacionais, de forma exponencial, resultou num portfólio reduzido de produtos novos no mercado mundial, forçando empresas a seguir dois caminhos. Primeiro, investir em novas unidades produtoras de medicamentos genéricos ao redor do mundo e no Brasil; segundo, repensar a forma de gerir os recursos destinados a pesquisa, desenvolvimento e inovação. O primeiro caminho oferece baixo retorno dos investimentos, talvez suficientes para a manutenção do negócio em curto prazo; o segundo, obrigatoriamente, passa pelo processo de inovação aberta, sem o qual as empresas perdem competitividade e capacidade de renovar seus portfólios com produtos de maior valor agregado. Para as empresas brasileiras, o cenário observado mundialmente se repete, com o agravante da falta de estrutura e conhecimento necessários em diversas etapas do desenvolvimento de um novo medicamento”.

 

Marcio Falci
Diretor de P,D&I
Biolab

“Investir em open innovation significa compartilhar o desenvolvimento científico com terceiros em diferentes áreas: com universidade, fornecedores e empresas estrangeiras. Se não estabelecemos esse tipo de parceria, algumas inovações não são possíveis devido a custos, pois nem sempre é possível implantar maquinário e tecnologia adequada, por exemplo, para o desenvolvimento de determinados produtos. O mercado exige respostas rápidas para suas demandas e a adaptação da indústria ocorre aos poucos. A inovação aberta é um meio de potencializar a capacidade de criação de novos produtos reduzindo custos e partilhando riscos. Isso significa que, se o produto der certo, ambos os parceiros são beneficiados, e, em caso de insucesso, o impacto financeiro é menor”.

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Suíte

Acompanhando casos brasileiros de inovação aberta e a sua repercussão no mercado

Para dar gás à inovação

British Gas investe em Pesquisa & Desenvolvimento no Brasil.

O parque tecnológico da Ilha do Fundão, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, receberá o Centro Global de Tecnologia da BG Group (British Gas) até 2013, mas as atividades da parceria devem começar antes mesmo de sua conclusão. A companhia, que atua na área na exploração e produção de hidrocarbonetos na Bacia de Santos, pretende investir cerca de U$ 1,5 bilhão em P&D no Brasil até 2025. A cooperação entre as organizações será um marco nos processos de inovação aberta da empresa no país, já que o complexo tecnológico produzirá cerca de 80% de toda pesquisa e desenvolvimento do BG Group no mundo.

A inovação aberta está na base de seu modelo de pesquisa e desenvolvimento, já que a BG não realiza pesquisas internamente, mas sempre em parceria com outras instituições. De acordo com a empresa, esse posicionamento se reflete em uma atitude muito flexível em relação à propriedade intelectual. No caso carioca, a empresa irá se valer da UFRJ para dar rumo a suas pesquisas. A BG pode atuar tanto no financiamento da construção de laboratórios quanto na instalação de institutos voltados para pesquisas que vão ao encontro dos interesses industriais.

Segundo informações da UFRJ, a cooperação deve focar no desenvolvimento de projetos de pesquisa envolvendo rochas carbonáticas, gerenciamento de CO2, segurança e integridade. O site da instituição informa que serão feitas parcerias com diversos setores da UFRJ, entre eles, o Instituto de Geociência, o Programa de Engenharia Química, o Grupo de Simulação e Controle em Automação e Robótica e os Laboratórios de Métodos Computacionais em Engenharia, de Métodos de Modelagem e Geofísica Computacional e de Tecnologia Submarina.

Além do trabalho direto com a academia, a BG realiza uma série de pesquisas em conjunto com fornecedores e os incentiva a trabalhar com universidades brasileiras. Assim, a empresa leva adiante o objetivo de fazer a ponte entre a academia e a indústria. Esse tipo de ação tem como foco de longo prazo a criação de novas empresas de base tecnológica em toda a cadeia produtiva. Os investimentos realizados no Brasil pela companhia têm a ver com a relevância do país em termos econômicos. As operações da BG em território nacional devem representar um terço da produção mundial do Grupo nos próximos dez anos.

A BG Brasil faz parte do BG Group, uma companhia integrada de gás natural que tem base na Inglaterra e atua na exploração e produção de hidrocarbonetos em mais de 25 países. Também é acionista majoritário da Comgás, maior distribuidora de gás natural do Brasil, e do gasoduto Brasil-Bolívia. Com atuação em cinco blocos do pré-sal da Bacia de Santos, em parceria com a Petrobras, a BG Brasil será o segundo maior produtor de petróleo do país em 2020.

Incentivo ao intercâmbio

Os projetos conjuntos da BG com as universidades também envolvem o intercâmbio de pesquisadores e estudantes com instituições de excelência no exterior. Em junho deste ano, o grupo assinou uma carta de intenções no Palácio Itamaraty para financiar até 450 bolsas de estudo para estudantes e pesquisadores brasileiros nas melhores universidades e centros de pesquisa do mundo no período de cinco a oito anos.

“Estamos investindo cerca de US$ 17,5 milhões com o objetivo de contribuir para a melhora da competitividade tecnológica e a geração de inovação do Brasil. Esse projeto é parte de um ambicioso plano de investimento em pesquisa e desenvolvimento que traçamos para o país com investimentos em torno de US$ 1,5 bilhão até 2025”, disse diretor-executivo do BG Group, Martin Houston, na assinatura da carta de intenções, em Brasília, dia 21 de junho.

Esse projeto, em parceria com o CNPq e o Ministério da Ciência e Tecnologia, inclui estágios na indústria, participação de acadêmicos das melhores universidades mundiais, além da criação dos Institutos BG nas melhores universidades país, com mobilidade internacional para transferência tecnológica.

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Fomento

 

Receita Federal publica novas normas para aplicação dos incentivos fiscais à inovação tecnológica da Lei do Bem

No dia 29 de agosto de 2011, foi publicado no Diário Oficial da União a Instrução Normativa nº 1.187 tratando da aplicação dos incentivos fiscais à inovação tecnológica do Capítulo Terceiro da Lei 11.196, conhecida como Lei do Bem.

A publicação é a primeira manifestação da Receita Federal sobre o tema, que, até então, era regulamentado apenas pelo Decreto 5.798. Ela traz grande impacto à aplicação do incentivo fiscal. Abaixo, as principais mudanças comentadas.

A Instrução Normativa também trouxe algumas mudanças e esclarecimentos menores, como:

Entretanto, entendemos que alguns dispositivos dessa Instrução Normativa extrapolam o disposto na Lei 11.196/05, podendo ter a sua legalidade questionada pelos contribuintes. É o caso, principalmente, da vedação ao aproveitamento do benefício em relação a serviços de terceiros, valores pagos a título de remuneração indireta e despesas de infraestrutura, assim como a necessidade de efetuar o controle analítico dos custos e despesas individualizado por projeto em departamentos dedicados exclusivamente a atividades de P,D&I.

Seguem abaixo os links para a publicação e para o detalhamento das novidades em estudo realizado em conjunto pela Allagi e pelo escritório Rolim, Viotti & Leite Campos Advogados.

Instrução Normativa:
http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/2011/in11872011.htm

Informe RVLC e Allagi:
http://www.rolimvlc.com/informe_extraordinario/01092011/

Rafael Levy

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Incubadoras

Ventos que inspiram e fortalecem a inovação

Telefônica/Vivo seleciona empreendedores para aporte financeiro e de gestão, por meio da aceleradora Wayra, que chega ao Brasil com investimento de R$ 5 milhões

“O presidente da empresa na América Latina teve a ideia em março deste ano e, em maio, ela começou a ser implantada. Em menos de seis meses, já é a maior aceleradora da América Latina”. É com orgulho que o gerente de inovação e novos negócios da Telefônica/Vivo, Ricardo Khan, conta como surgiu o Wayra, projeto de aceleração de empresas que tem o objetivo de identificar e reter talentos na América Latina. A rapidez e intensidade da iniciativa têm a ver com o próprio nome. Wayra significa vento no idioma indígena quéchua.

A metáfora funciona também para a forma como a ação será estruturada. A aceleradora irá selecionar dez projetos brasileiros para receber investimentos entre U$ 30 e U$ 70 mil, dependendo das necessidades de cada um. Além de apoio financeiro, a empresa fornecerá infraestrutura, apoio à gestão, consultoria e mentoring para impulsionar o desenvolvimento das melhores ideias. Tudo isso, em um prazo de seis meses. “Trata-se um trabalho parecido com o das incubadoras, porém de forma mais rápida e intensa, indo além”, explica Khan. Ao final desse prazo, a Telefônica/Vivo será sócia minoritária, com participação em torno de 10% do negócio resultante de cada um dos projetos.

Os dez empreendedores acelerados contarão com o suporte do Centro de Inovação da Telefônica/Vivo, braço de pesquisa da empresa sediado no Brasil. Apesar do apoio relâmpago, as empresas selecionadas podem dar continuidade à parceria, se for interessante para ambas as partes, por meio de um fundo de investimentos bem como pela criação de facilitadores para que essas empresas encontrem investidores-anjo ou recebam outros incentivos.

Além da motivação da contrapartida direta de tornar-se sócia minoritária desses novos negócios, a Telefônica/Vivo enxerga longe quando sopra bons ventos sobre a inovação.  O ganho maior é o desenvolvimento nos mercados nos quais está inserida. Ao impulsionar o desenvolvimento de novos negócios e tecnologias, a empresa propicia o surgimento de um “ecossistema tecnológico local favorável, evitando que esses talentos que estão aqui hoje evadam para os Estados Unidos e Europa”, nas palavras de Khan. Ele enfatiza que a empresa tem ampla atuação na América Latina – sendo o Brasil o país onde essa atuação é maior – e, portanto, o desenvolvimento da região se traduz em um bom negócio.

Para chegar aos dez projetos que serão acelerados, a seleção do Wayra foi dividido em etapas.  Até 23 de outubro, o site www.wayra.org/br recebe as inscrições. Trinta ideias serão selecionadas para participar do Wayra Week Brasil, que ocorre na Arena Wayra do Open Innovation Seminar, em novembro.  Ao final da semana, uma banca avaliadora escolherá os dez melhores projetos que receberão o apoio da Telefônica/Vivo. Khan ressalta que, para adequar a seleção a uma proposta de desenvolvimento ampla, os projetos não serão escolhidos por colaboradores da empresa, e sim por investidores, empreendedores e especialistas, que avaliarão aqueles cujas características mais têm mais potencial para progredir no mercado.

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Notícias Allagi e parceiros

Notícias do Centro de Open Innovation – Brasil

Setembro

Open Innovation Seminar

De 23 a 25 de novembro, São Paulo recebe o Open Innovation Seminar 2011 (OIS) – o maior evento de redes de inovação da América Latina. Além de palestrantes nacionais e internacionais, painéis de especialistas, sessões técnicas e relatos de casos em inovação aberta, fazem parte da programação cursos abertos ao público com instrutores nacionais e internacionais sobre temas emergentes. O professor Henry Chesbrough, referência mundial em open innovation, marcará presença no evento e participará de sessões de aconselhamento com os patrocinadores.

Neste ano, um dos destaques o OIS são as arenas de inovação. Tratam-se de espaços construídos junto com os patrocinadores paraexposição de casos, debates e lançamento de desafios no setor público e privado.

Esses espaços podem ser comparados às arenas romanas, onde gladiadores entravam para enfrentar um grande desafio, que poderia lhes custar a vida. Nas arenas do OIS, os participantes entrarão também para porpor desafios e buscar soluções que podem ser a chave para a sobrevivência no mercado.  Mais do que uma luta, essa arenas serão palco de cooperação. Representantes de governo, universidades e empresas estarão presentes em um trabalho conjunto pela inovação. Serão quatro arenas:

Arena Wayra
O espaço abrigará o Wayra Week Brasil. Durante o evento, 30 empreendedores apresentarão ideias de negócios inovadores e receberão apoio de profissionais experientes sobre as potencialidades e fragilidades de cada projeto. Nos dois últimos dias, empreendedores, investidores e especialistas de mercado escolherão dez projetos para serem acelerados. Esses projetos receberão recursos da Telefônica/Vivo, que se tornará sócia minoritária de todos eles ao final de seis meses.

Arena Corporate Venturing
A partir do entendimento de corporate venturing como opção estratégica para as empresas na identificação de novos negócios para completar ou renovar seus portfolios, a fundação Dom Cabral, em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, realizará uma sessão especial sobre estratégias e práticas de corporate venturing no Brasil. Além da apresentação do conceito, fazem parte da programação da arena discussões sobre políticas públicas relacionadas ao tema e de casos empresariais de inovação e desenvolvimento de novos negócios. Também serão apresentados os resultados de uma pesquisa desenvolvida pela FDC junto a empresas brasileiras e multinacionais sobre estratégias e práticas de corporate venturing no contexto brasileiro.

Arena PuraInova
A empresa de dermocosméticos Purainova receberá cerca de 50 pessoas, entre dermatologistas e colaboradores para lançar sua rede virtual de colaboração. A ação irá ampliar a rede da empresa que, hoje, é apenas física. A estratégia envolverá a rede de representantes comerciais da empresa, que serão questionados sobre a melhor forma de interagir com os dermatologistas para fazer com que os produtos tenham a credibilidade da recomendação médica. Essas ideias serão expostas na arena e submetidas a votação para escolher as melhores. A ação é um marco para a empresa, que é a primeira organização brasileira na área de dermocosméticos a atuar com inovação aberta junto a médicos do país.

Arena CISB
Promovida pelo Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro, a arena visa desenvolver e achar projetos de cooperação e integração entre o maduro e historicamente bem-sucedido sistema de inovação sueco, com o dinâmico sistema de inovação que vem se consolidando no Brasil. A ideia é reunir atores presentes em cada uma das bases da triple helix empresa-governo-universidade de ambos os países. As discussões terão como foco quatro grandes áreas: transporte e logística; defesa e segurança; energia sustentável; e desenvolvimento urbano. Essas áreas estão ligadas a desafios sociais globais relacionados a crescimento populacional, urbanização, mudanças climáticas, poluição e envelhecimento da população. Para isso, envolverão participantes e especialistas de todas essas áreas que discutirão esses temas em busca de soluções em parceria.

Motivos para participar do Open Innovation Seminar

Aprender sobre as práticas da inovação aberta no país e no mundo

“Este ano, o OIS cresceu para se tornar um seminário de referência internacional. Isso mostra o crescimento pelo interesse por inovação aberta no Brasil e o crescente uso dos conceitos de inovação aberta em muitas empresas brasileiras. Haverá várias sessões com exemplos brasileiros de inovação aberta e eu espero aprender muito ouvindo essas pessoas”.
Henry Chesbrough, Faculty Director, Garwood Center for Corporate Innovation, Haas School of Business

“O OIS nos permite conhecer e acompanhar as práticas de outras empresas em seu dia a dia. Acredito que a interação com os especialistas, o conhecimento de boas práticas e as comparações podem nos ensinar muito, ainda mais conhecendo a evolução dos conceitos diretamente com o maior especialista do mundo”.
Roberto Murilo, Gerente de Estratégia Tecnológica do Centro de Pesquisa da Petrobras.

“Tanto neste ano como nos anteriores, o evento passa a ser um fórum de referência para a discussão de inovação no Brasil. Vale a pena participar por dois motivos: para estar em contato com as pessoas e organizações que praticam a inovação aberta como estratégia de negócio; e ter acesso a um conjunto de informações para identificar as tendências na área de inovação e traçar um comparativo em relação ao trabalho que já desenvolvemos”.
Ada Gonçalves, Secretária Técnica de Planejamento, Finep

Criar, conectar e consolidar redes de inovação

“Em um mundo onde a inovação é aberta e colaborativa a eficácia do inovador depende não somente de seu talento, mas também de sua capacidade de se conectar com o todo o ecossistema de inovação. O Open Innovation Seminar é uma excelente oportunidade de se conectar com algumas das iniciativas mais relevantes de inovação que estão acontecendo no Brasil hoje”.
Pablo Larrieux, Diretor de Inovação, Telefônica/Vivo

“A Saab possui longa experiência com projetos colaborativos de P&D com universidades, institutos, agentes governamentais e empresas em outras indústrias. Esses projetos normalmente são desenvolvidos em processos de inovação aberta e guiados por desafios sociais. Esse tipo de cooperação estreita pela inovação tem sido a coluna dorsal de desenvolvimento das indústrias de tecnologia de ponta da Suécia, o que traz o país ao topo do ranking de inovação. Muitos dos nossos produtos, incluindo o Gripen Fighter, foram desenvolvidos tendo como base esse contexto.
Nós, agora, queremos estender nossas atividades de P&D para o Brasil e, nesse contexto, vemos o Open Innovation Seminar como uma boa oportunidade para encontrar potenciais parceiros brasileiros em inovação”.
Pontus de Laval, Chief Technology Officer - Group Strategy, SAAB

“O OIS é uma grande oportunidade para os principais atores do sistema de inovação sueco se integrarem e criarem redes de parceiros no Brasil. É por isso que estão participando deste evento, e não fazendo um evento próprio. O apoio do centro é muito importante para expandir essas conexões e é exatamente esse o nosso objetivo - nos conectar”.
Carolina Andrade, Coordenadora de Financiamento De Projetos, CISB

Criar conhecimento sobre inovação colaborativa e formação de redes

“Acreditamos na importância da cooperação, especialmente nos processos de inovação. Para nós, do Núcleo de Inovação da FDC, é um prazer poder participar como parceiros da organização do seminário. Além da relevância do tema, a atuação conjunta nos possibilita avançar na geração de conhecimentos”.
Anderson Rossi, Professor e Pesquisador do Núcleo de Inovação, Fundação Dom Cabral

“O Open Innovation traduz as multiplas rotas das empresas inovadoras expandirem as bases de conhecimento, aprofundar redes de cooperacao internacional e abrirem mercados com novos servicos e aplicativos tecnologicos. Para o BID, este debate é de extrema relevância pois trabalha para o desenvolvimento econômico e sustentável da América Latina e Caribe.”.
Vanderléia Radaelli, Especialista em Ciência e Tecnologia do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)

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Sobre este boletim

O Boletim Inovação Aberta é uma iniciativa do Centro de Open Innovation – Brasil. Nesta publicação digital bimestral, patrocinada por participantes do Centro, pessoas envolvidas com a prática da inovação aberta no país são entrevistadas com o objetivo de registrar casos, discutir conceitos e propiciar oportunidades. O boletim também oferece informações sobre os principais cursos, eventos, artigos e lançamentos relacionados à inovação aberta.

 

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