Em rede

Boletim Inovação Aberta

Boletim bimestral sobre a Inovação Aberta – Publicação digital número 004 – Julho/2010

Acompanhe as atividades do centro e relacione-se com os demais profissionais da inovação
por meio da plataforma openinnovationbrasil.ning.com

 

ESPECIAL: formação de profissionais da inovação aberta

 

O novo papel do líder de inovação

Inovação é um tema relativamente novo para as empresas no país e sua gestão vem, pouco a pouco, se consolidando como uma disciplina fundamental em administração de empresas. Essa consolidação deixa cada vez mais claro qual é o papel do líder de inovação e qual deve ser o seu perfil profissional. “Gerir a inovação” significa saber interagir e comunicar-se com praticamente todos os departamentos da empresa. Significa conhecer suas competências, seus atributos e suas limitações. Por seu turno, as empresas começam a compreender que inovação deve ser gerida a partir de processos e a entender que para inovar, a articulação com parceiros externos muitas vezes é tão fundamental quanto os próprios recursos internos.

Neste contexto, como lidar com as parcerias externas? Como abrir projetos de inovação a parceiros externos sem perder o controle sobre eles? Como negociar os direitos da propriedade intelectual resultante?

A gestão do desenvolvimento de inovação engloba aspectos tecnológicos, financeiros, regulatórios e legais. Não se pode negligenciar tampouco os mecanismos públicos de fomento à inovação: redução de impostos, créditos ou subvenções públicas. Quando vale a pena utilizar ferramentas de TI para a gestão da inovação? Como fomentar a cultura de inovação ou a cultura de empreendedorismo? Como dispor de tempo para fazer um road-map tecnológico, prospecção tecnológica e mapeamento de competências externas? E como se tudo isso não bastasse, muitas vezes uma inovação tecnológica só é viável se alterarmos processos core da empresa ou até mesmo o seu próprio modelo de negócios. Há profissionais preparados para gerir essa carga de informação?

“A meu ver, formar líderes de inovação deveria ser uma das prioridades das empresas e governos. Não adianta termos tantas oportunidades e recursos disponíveis se não sabemos como aproveitá-los. A articulação de todas as dimensões para o estabelecimento de um processo de inovação eficaz é um dos maiores desafios empresariais. Hoje poucos profissionais estão preparados para sair de uma reunião com o seu pessoal do P&D e sentar à frente do diretor financeiro para tentar justificar um projeto. Também já sabemos que não adianta mandar o cientista falar com o financeiro: conhecemos o resultado! Um bom argumento de um contador ou um advogado podem acabar com o entusiasmo de um time completo de 'inovadores' e suas 'ideias brilhantes'”, afirma Bruno Rondani, diretor executivo do Centro de Open Innovation Brasil.

Com o objetivo de capacitar esses novos profissionais, o Centro de Open Innovation – Brasil apoia e realiza diversas iniciativas nesse sentido. "Nosso foco neste segundo semestre será a formação do profissional líder e gestor de inovação. Serão diversas as iniciativas e estamos à disposição de associações, entidades e universidades que tenham interesse em oferecer palestras e cursos de Gestão de Inovação", complementa Rondani.

O Centro organiza reuniões temáticas que visam a trocas de conhecimento entre praticantes da inovação aberta e realizará neste ano o III Open Innovation Seminar, que contará novamente com a presença exclusiva do Henry Chesbrough, abordando em sua palestra exclusiva a inovação aberta em serviços e em indústrias de baixa intensidade tecnológica. Além disso, o seminário oferecerá o primeiro curso desenvolvido por Chesbrough para os gestores de inovação aberta do Brasil.

Veja na seção Notícias mais informações sobre as reuniões programadas para este ano e materiais disponíveis de reuniões anteriores.

Topo


 

Curso Intensivo para gestão da inovação aberta no Brasil, com Henry Chesbrough

O Open Innovation Seminar tem uma novidade em sua terceira edição: o curso intensivo de inovação aberta, especialmente preparado pelo professor Henry Chesbrough junto ao Centro de Open Innovation – Brasil para profissionais da inovação que atuam no País. “Queremos formar um grupo de líderes capazes de formar outros líderes”, afirma Bruno Rondani, diretor do Centro. O curso será realizado nos dias 2 e 3 de dezembro no Grand Hyatt São Paulo.

Para o dia 1 de dezembro, dia do seminário, a programação do evento inclui uma palestra inédita do professor Chesbrough, além de painéis de debate, relatos de casos e sessões técnicas sobre temas e práticas atuais em gestão de inovação. Em sua palestra, Chesbrough abordará seus estudos mais recentes sobre práticas de inovação aberta em serviços e em indústrias de baixa intensidade tecnológica.

O Centro de Open Innovation – Brasil, com colaboração da Allagi, é organizador do Open Innovation Seminar pelo segundo ano consecutivo. Na sua última edição, 158 organizações estiveram presentes, representadas por mais de 350 profissionais. O evento contou com patrocínio da Allagi, Petrobras, Vale, Banco do Brasil, Natura, Fosfértil e outras organizações relevantes no cenário de inovação aberta no país.

Em 2010, o evento oferece novamente a possibilidade de participação via patrocínio, modalidade que inclui ingressos para o seminário, inscrições para o curso e uma série de vantagens para as empresas, relacionadas à divulgação da marca.

Mais informações: http://www.openinnovationseminar.com.br

Topo


 
Curso do PECE-USP sobre criação de programas de inovação

O Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da USP (PECE) promove o curso “Criação de programas de inovação: open innovation”, a ser realizado na Cidade Universitária da USP no segundo semestre deste ano, a partir do dia 3 de agosto, às terças-feiras das 19h20 às 22h40.

O objetivo do curso é desenvolver nos participantes competências relativas à captação de recursos públicos; aproveitamento eficiente dos mecanismos de incentivo à inovação; prospecção, reconhecimento, análise e exposição das oportunidades de inovação; estabelecimento e gestão de parcerias para co-desenvolvimento; seleção de ferramentas para gestão da inovação aberta e implantação de uma estrutura de inovação aberta na empresa.

Os interessados devem entrar em contato com o PECE pelo telefone (11) 2998-0000 ou pelo e-mail atendimento@pecepoli.com.br.

Mais informações: http://www.pecepoli.org.br/PT/TOI/

Topo


 

Suíte

Acompanhando casos brasileiros de inovação aberta e a sua repercussão no mercado
IPT: modernização para apoiar a indústria brasileira do século XXI

Em 2008, o IPT iniciou um projeto de modernização, chamado Projeto Moderniza. Naquele mesmo ano, tomou posse o seu atual presidente, João Fernando Gomes de Oliveira. Apoiado desde seu início pelo governo do Estado de São Paulo, o Projeto Moderniza articulou investimentos de instituições como Fapesp, BNDES e Finep e de empresas como Petrobras e Embraer. “Todos os agentes governamentais, públicos e privados estão percebendo a relevância de ter pesquisa e tecnologia, e uma instituição como o IPT passa a ter valor crescente nesse contexto”, contextualiza Gomes de Oliveira.

No Moderniza, o governo do Estado de São Paulo já investiu R$ 99,3 milhões na compra de mais de quatrocentos equipamentos e na construção de laboratórios. Durante 2009, o IPT também recebeu R$ 52,6 milhões do Funtec/BNDES e R$ 29,2 milhões da Petrobras.

Posicionamentos ao longo da história

“O IPT tem a história gloriosa de ser um grande agente apoiador tecnológico para as missões de desenvolvimento”, afirma seu presidente.

A história da instituição remonta à criação, em 1899, do Gabinete de Resistência dos Materiais da Escola Politécnica de São Paulo, por parte do engenheiro e político brasileiro Antônio Francisco de Paula Souza, primeiro diretor da Escola Politécnica. O laboratório, voltado à formação de recursos humanos, foi também responsável pela elaboração do Manual de Resistência dos Materiais, que compilava os resultados de uma série de ensaios para avaliação de materiais usados na construção civil.

Em meados da década de 1920, o gabinete foi transformado no Laboratório de Ensaios de Materiais. Sob a direção do engenheiro Ary Frederico Torres, teve ampliada sua atuação como laboratório industrial que tinha como objetivo acompanhar o desenvolvimento paulista, principalmente no ramo da construção civil. Ao mesmo tempo, manteve suas funções didáticas ligadas à Escola Politécnica.

Em 1934, ano da incorporação da Escola Politécnica à Universidade de São Paulo, o governo paulista aprovou a transformação do laboratório em um instituto de pesquisas tecnológicas, entidade com mais autonomia e recursos e com a função de amparar tecnicamente a indústria em todos seus segmentos.

Desde então, o IPT tem atuado no apoio tecnológico (estudos, testes, ensaios, plantas-piloto, laudos técnicos) a iniciativas relacionadas ao desenvolvimento da indústria nacional, em segmentos como o de construção, siderúrgico, metalúrgico, aeronáutico, de energia, cerâmica e calçados, mas ficou conhecido principalmente pela emissão de laudos técnicos em acidentes e tragédias.

Vinculado à Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, o instituto conta hoje com cerca de 1.500 colaboradores, sendo mil deles pesquisadores distribuídos em trinta laboratórios paulistas.

Articulador

Quando o Projeto Moderniza foi lançado, o presidente do IPT destacou que o instituto, baseado na expertise desenvolvida durante anos de apoio tecnológico à indústria, tomaria para si o papel de articulador de universidades e empresas em grandes projetos tecnológicos.

Como exemplo desse papel de articulador, Gomes de Oliveira cita a construção no Parque Tecnológico São José dos Campos de um novo laboratório do instituto, o Laboratório de Estruturas Leves. De acordo com Oliveira, o IPT fez a intermediação para fechar o acordo entre o governo do Estado de São Paulo; BNDES; Embraer; Fapesp; Finep; os centros de ensino FEI, ITA, USP, Unicamp e Unesp; os institutos de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e de Aeronáutica e Espaço (IAE) e a prefeitura de São José dos Campos. O investimento para viabilizar o laboratório, dedicado à pesquisa em materiais de alto desempenho e baixo peso, é de R$ 90,5 milhões.

Modernização dos recursos

“As frentes de modernização do IPT são voltadas prioritariamente para ampliar e atualizar as capacitações laboratoriais do instituto, realizando esforços em três frentes: tecnologias sustentáveis, bionanotecnologia e pré-sal”, afirma Oliveira. Esses esforços consistem, basicamente na aquisição de equipamentos acompanhada de uma readequação da gestão de recursos humanos que inclui abertura de concursos, envio de pesquisadores ao exterior e chamadas para concessão de bolsas.

A primeira dessas frentes, a de tecnologias sustentáveis, atualmente conta com projetos de desenvolvimento em silício de grau solar e remediação de áreas contaminadas, além das já citadas estruturas leves, que permitiriam a economia de combustíveis de aeronaves e de materiais que são críticos em termos de recursos naturais. “Hoje todas as tecnologias precisam ter esse compromisso com o meio ambiente”, diz Oliveira. Nessa frente, o IPT também está fortalecendo um grupo multidiscilpinar especializado em engenharia do ciclo de vida de produto, que tem como missão aplicar esse tipo de conhecimento em todos os projetos que o instituto desenvolve.

A segunda frente de modernização encontra-se numa área de fronteira, a bionanotecnologia. “O grande investimento nessa área é uma maneira de induzir nos setores empresariais tecnologias que eles não imaginam poder usar”, diz o presidente. Para isso, o IPT está construindo um novo prédio de oito mil metros quadrados junto à sua sede na cidade universitária da USP, com conclusão prevista para antes do final deste ano.

O respaldo tecnológico às oportunidades relativas ao pré-sal, por meio de ensaios e testes de produtos, capacitação de fornecedores, pesquisas sobre exploração, engenharia naval e corrosão em materiais, entre outros trabalhos, constitui a terceira frente de modernização do IPT. Nesse contexto está sendo construído um laboratório para atender às demandas de testes pesados da indústria do pré-sal.

“Além desses focos, investimos também na infraestrutura básica de testes para pesquisa e inovação já existente no instituto, principalmente nas áreas de química, materiais, têxtil e processos químicos”, acrescenta o presidente do IPT. “Tais competências estavam limitadas pela falta de equipamentos modernos, mesmo tendo boas equipes de pesquisadores”.

Para viabilizar o Moderniza, o IPT criou uma gerência de modernização. “O grupo, que é constituído por pessoas de altíssimo padrão na área administrativa do IPT, nos setores de compras, licitações, jurídico e outros trabalha de maneira integrada e com poder de decisão para realizar compras e obras”, descreve o presidente do instituto.

Oportunidades para a gestão de inovação

De acordo com Oliveira, com a modernização do IPT criam-se novas oportunidades de atuação junto às empresas, tanto nos serviços de apoio tecnológico, que caracterizam historicamente o instituto, quanto no desenvolvimento de soluções pré-competitivas.

O instituto, melhor equipado, está preparado para realizar atividades essenciais e necessárias ao processo de inovação como testes, análises e simulações. Seu presidente cita como exemplo o desenvolvimento de um novo material, no qual a empresa desenvolvedora necessitaria fazer testes de desgaste ou corrosão ou análises no microscópio eletrônico de varredura, que foi adquirido no início do ano. “Para isso ela não precisaria investir em equipamentos caros; o IPT pode assumir a parte dos testes, realizar as análises químicas ou de microscopia e entregar o resultado”, ilustra.

A montagem de plantas-piloto e a produção para testes é uma etapa do processo de inovação que o IPT também pode assumir. “Mas o processo de inovação deve ser conduzido dentro da empresa e totalmente dominado por ela, de forma a entender todas as consequências de lançar no mercado um produto ou processo inovador”, reforça Oliveira.

“Além desse papel apoiador, o IPT deve produzir mais propriedade intelectual com sua estrutura modernizada. Esse é um componente importante de nossa atividade que certamente deve crescer”, afirma Oliveira. “Devemos desenvolver soluções genéricas e pré-competitivas em áreas que as empresas ainda não estão atuando ou em temas onde uma única empresa não resolve o problema de inovação e há necessidade de cooperação com outros agentes com a intermediação de um instituto público como o IPT”, conclui.

Topo


 

Parques Tecnológicos

 
Perfil do Pólo Bio-Rio, baseado em entrevista com Ângelo Luiz Monteiro de Barros, vice-presidente da Fundação Bio-Rio.

História

A criação do primeiro parque tecnológico da América Latina na área de biotecnologia, o Bio-Rio, tem seu precedente formal na assinatura, em 1986, de um protocolo de intenções estimulado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pela Prefeitura do Rio de Janeiro, relata Ângelo Monteiro de Barros, vice-presidente da Fundação Bio-Rio, entidade responsável pela gestão do parque.

A fundação foi instituída por duas agências financiadoras de pesquisa e desenvolvimento, a FINEP e o CNPq, e por associações empresariais do Rio de Janeiro (a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, a Associação Comercial do Rio de Janeiro, a Associação Brasileira das Empresas de Biotecnologia e a Associação Fluminense da Pequena e Média Empresa).

Em 1988, por meio de um convênio de concessão de uso de área com a Universidade Federal do Rio de Janeiro pelo prazo de 30 anos renováveis, iniciou-se a criação de um parque tecnológico, compreendendo incubadora de empresas e lotes industriais.

Dois anos depois, a Fundação Bio-Rio assinou um convênio de cooperação técnico-científica com a UFRJ para execução de programas e projetos, prevendo a assistência técnica mútua.

Unidades

O parque tecnológico agrupa atualmente 37 empresas distribuídas em três unidades. “Possuímos um modelo bem interessante da fixação e crescimento de empresas graduadas da incubadora”, diz o vice-presidente da Bio-Rio.

A incubadora de empresas abriga, em áreas de até 180m², micro e pequenas empresas interessadas em investir em novos projetos na área de biotecnologia e setores afins. “Na incubadora há empresas de diversas origens, spin-offs de grupos de pesquisa da universidade e spin-offs de empresas residentes no próprio parque”, descreve Monteiro de Barros. As candidatas à incubação devem apresentar um projeto de pesquisa e um projeto empresarial. Ambos devem ser aprovados para que a empresa possa se instalar na incubadora.

O galpão condominial, ambiente intermediário ideal para o desenvolvimento das graduadas da incubadora, oferece áreas de até 720 m². As áreas da incubadora e do galpão contam com pontos de água, energia elétrica, esgoto, telefone e Internet.  As micro e pequenas empresas ali instaladas se beneficiam de uma redução do ISS de 5% para 2% durante os cinco primeiros anos no parque, sendo esse o tempo máximo de permanência na incubadora.

A região urbanizada para lotes industriais ocupa quase a metade da área do parque. Os lotes industriais, de 1.000 m² cada um, são destinados à instalação de infraestrutura industrial para empresas ou divisões de P&D e produção de empresas atuantes em biotecnologia e áreas afins.

O Pólo Bio-Rio conta também com infraestrutura de apoio compartilhada, principalmente um auditório para 45 pessoas, uma sala de treinamento para 20 pessoas, salas de reunião e recursos laboratoriais (área de destilação e autoclavagem, câmaras frigoríficas para estocagens de matérias primas e produtos acabados e equipamentos e instrumentos como balanças de precisão e medidor de pH). As empresas residentes podem usufruir também de assessoria para cooperação com universidades e centros de pesquisa e para registro de marcas e patentes, entre outros serviços de apoio.

Governança e financiamento

As empresas residentes no parque, comenta Monteiro de Barros, estão diretamente representadas no conselho deliberativo da fundação Bio-Rio por meio da COMBIORIO, que também promove interações e parcerias entre as associadas. O conselho também inclui representantes de instituições como a UFRJ, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Secretaria Estadual de C&T, Sebrae RJ, Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Associação Comercial do Rio de Janeiro, Federação Fluminense das Micro, Pequenas e Médias Empresas, Associação Brasileira de Biotecnologia. Toda a parte operativa do parque é exercida pelo secretário geral.

De acordo com o vice-presidente da fundação, os recursos do parque são próprios. “Hoje, o parque é totalmente sustentável”, afirma. Para as empresas residentes, a Fundação Bio-Rio busca financiamento por meio de projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Nos últimos dois anos, a Fundação Bio-Rio obteve recursos financeiros da Finep, Sebrae e FAPERJ.

 “A fundação possui uma Gerência de Negócios, responsável pela captação de recursos, que busca e divulga editais, além de elaborar projetos”, comenta Monteiro de Barros.

Ficha técnica
Nome: Pólo Bio-Rio.
Tipo: parque tecnológico.
Localização: campus da UFRJ, na Ilha do Fundão (RJ).
Vínculo institucional:
Fundação Bio-Rio, com representantes de instituições de pesquisa, empresas e entidades de fomento.
Presidente e vice-presidente: Marcio João de Andrade Fortes e Ângelo Luiz Monteiro de Barros, respectivamente.
Equipe: 45 profissionais das áreas de projetos e importações, relações institucionais e negócios, marketing e inteligência competitiva, informática, financeira, pessoas, administrativa e jurídica.
Ano de criação: 1988.
Resultados: 1,3 mil empregos diretos, 12 patentes no ano de 2009, faturamento anual referente ao conjunto das micro e médias empresas residentes de R$ 79 milhões.
Número de empresas presentes no parque atualmente: 37 empresas (17 incubadas e 20 consolidadas).
Número de graduadas da incubadora: 16.
Infraestrutura: área total de 116 mil  m² com infraestrutura e serviços básicos e laboratórios de uso compartilhado.

Topo


 

Notícias

Notícias do Centro de Open Innovation – Brasil
 
Agosto: Próxima reunião temática do Centro sobre sinergia
entre startups e empresas maduras.

O Centro de Open Innovation – Brasil convida seus membros e outros interessados a participar da sua próxima reunião temática, a ser realizada no dia 5 de agosto, das 14h00 às 17h40 na Agência USP de Inovação, na Cidade Universitária da USP.

O tema da reunião é "Modelo de inovação empreendedor vs. corporativo: a sinergia entre startups e empresas maduras". O encontro vai promover a discussão entre gestores de inovação sobre as razões que levam empresas maduras a cooperar com empreendedores, bem como as diferentes modalidades desse tipo de colaboração (sub-contratação, licenciamento de tecnologia, co-desenvolvimento e aquisição, entre outras). Também é objetivo do encontro discutir por que e como empresas estão adotando incubadoras e fundos de corporate venture capital como parte de seus sistemas de gestão de inovação.

As reuniões temáticas do Centro de Open Innovation – Brasil ocorrem nas empresas e instituições dos membros e são gratuitas.

Confirmação de presença (vagas limitadas):

Site: http://openinnovationbrasil.ning.com/events/ 
E-mail: inscricoes@openinnovation.wiki.br
(mencione nome completo, telefone e nome da instituição)

Facebook: http://www.facebook.com/openinnovationbrasil

Topo



Encontro sobre gestão do conhecimento e inovação da SBGC

Na manhã do dia 29 de julho, a Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (SBGC) realizará um evento sobre gestão do conhecimento e inovação na Biolab Farmacêutica, no bairro paulistano de Vila Olímpia.

A programação inclui uma palestra do professor André Saito, diretor de Educação Corporativa da SBGC, além de uma mesa de debates e apresentação de casos.

O evento faz parte do ciclo “Encontros de Aprendizagem”, iniciativa da SBGC que visa reunir empresas, Governo, terceiro setor e academia para trocar experiências e debater práticas aplicadas nas organizações.

Mais Informações: http://sites.google.com/site/sinapsesbgcsp/home/encontros-de-aprendizagem-sbgc-sp-na-biolab

Topo



Outubro: Primeira reunião temática do Centro no Rio de Janeiro com o Cenpes

O Centro de Open Innovation – Brasil realizará, no dia 14 de outubro, sua primeira reunião temática no Rio de Janeiro em parceria com o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes), localizado na Cidade Universitária da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão.

O tema da reunião será "Inteligência tecnológica para aumento da competitividade e inovação". O enconcontro envolverá discussões sobre as principais metodologias e ferramentas empregadas para definição e desenvolvimento da estratégia tecnológica das empresas e como as atividades de inteligência tecnológica podem contribuir na identificação de oportunidades de negócios, ameaças, potenciais parceiros e  colaboradores em uma abordagem aberta.

Os estudos voltados para inteligência tecnológica têm se destacado como uma atividade importante para empresas em ambientes de intensa competitividade. Decisões que envolvem principalmente investimentos em novos produtos, processos e serviços de alto risco devem estar baseadas em estudos sobre o ambiente competitivo e tecnológico em que a organização se encontra.

A proposta do Centro é viabilizar encontros por meio dos parceiros para que as pessoas possam trocar experiências sobre o tema em questão. As reuniões são gratuitas, porém com vagas limitadas.

Reunião Temática - Inteligência Tecnológica
Data: 14/10/2010
Horário: das 8h às 12h
Mais informações e inscrições:
http://openinnovationbrasil.ning.com/events/reuniao-tematica-inteligencia

Topo


 
Knowledge Management Brasil 2010

A Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (SBGC) anunciou a realização do Knowledge Management Brasil 2010 (9º Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento) nos dias 3 a 5 de novembro em Gramado (RS).

O evento reunirá profissionais do Brasil e de outros países com o objetivo de discutir as dimensões relativas às pessoas, processos e tecnologia em gestão do conhecimento, com foco em sustentabilidade.

A programação será constituída por sessão de abertura, palestras internacionais, painéis de debate, apresentações de trabalhos científicos, relatos técnicos e pôsteres.

A submissão de trabalhos científicos, relatos técnicos e pôsteres está aberta até o dia 23 de julho.

Mais informações: http://www.kmbrasil.com/

Twitter: http://twitter.com/KMBRASIL2010

Topo


Relato da reunião do Centro sobre ferramentas para gestão da open innovation

O Centro de Open Innovation – Brasil realizou, no dia 20 de maio, em parceria com a AES, a reunião temática com o tema “Ferramentas de TI para Gestão da Inovação”. O evento aconteceu na AES São Paulo, no Cambuci, e recebeu diversos profissionais da área de P,D&I.

Rafael Levy, diretor executivo da Allagi, mediou o ciclo de palestra. O primeiro palestrante foi Daniel Araújo Carneiro, gerente de P&D e Eficiência Energética, da AES, que apresentou os dados consolidados das unidades da empresa, distribuídas pelos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

Segundo a AES, o estado paulista representa 40% do consumo de todo o Brasil, sendo a capital responsável por 11% de toda essa fatia. A empresa viabilizou, de 1998 a 2009, cerca de 130 projetos, sendo que 80% deles estão em fase de aplicação. Neste ano, a perspectiva de investimento em inovação é de R$ 115 milhões. “Buscamos sim novos recursos para inovação. Também queremos criar incubadoras dentro das nossas unidades para o desenvolvimento de novos projetos”, afirmou Daniel.

Francisco Barguil, CEO da Opus Software, deu seguimento ao evento com a apresentação da teoria de Ashish Sood, professor da Goizueta School of Business, e Gerard J. Tellis, diretor do Centro de Inovação Global e chairman do American Enterprise, na Escola de Negócios Marshall, “Atualizando a Teoria da Ruptura Tecnológica”, que abordou novas bases para o conceito de que as tecnologias entrantes sempre ganham o mercado das tecnologias dominantes, criado por Clayton Christensen e Scott Anthony.

Segundo Barguil, em um estudo que contemplou sete grandes mercados (lâmpadas, impressoras, monitores, memória, analgésico, gravação musical e transferência de dados) por um período de 127 anos, e apenas 63% das rupturas tecnológicas foram causadas por empresas estabelecidas e 12% das novas tecnologias custavam menos do que a vigente, o que rebate as hipóteses de Christensen e Anthony sobre a natural ascensão da tecnologia entrante. O CEO ressaltou que “tecnologia não é invenção. Se não tiver uso, não é inovação”, dando abertura para a palestra seguinte: uma videoconferência com o David Burns, da Induct.

O Induct é um software com base integrada à Internet, que dá suporte personalizado, administração e medição de todo o processo de open innovation, tendo como base para o desenvolvimento do produto as idéias de Henry Chesbrough.

Outra ferramenta apresentada foi o Illumin8, da editora Elsevier, responsável por 25% das edições técnicas e cientificas no mundo. O software conta com uma base de mais de cinco bilhões de páginas na Internet, blogs e fóruns, além de três milhões de textos científicos e artigos técnicos das mais de 1.800 publicações da editora. “O Illuminate é um facilitador do processo de pesquisa. Através da indexação semântica, o programa busca artigos e textos relacionados aos termos da busca inicial”, completou Mariana Meyer, Gerente de Contas da empresa.

Em outra videoconferência, foi a vez de Tyron Stading, da Innography, apresentar mais uma ferramenta importante para o processo de open innovation. “Ao utilizar o Innography, com base na web, é possível gerenciar, proteger e explorar seus portifólios de patentes”, disse Tyron.

As apresentações foram publicadas e o link já está disponível no site do Centro.

A próxima reunião temática acontecerá no dia 5 de agosto, em parceria com a Agência USP de inovação, no Auditório Prof. Oswaldo Fadigas, na Cidade Universitária, em São Paulo. O tema abordado será “Modelo de inovação empreendedor versus Corporativo”. Para ter acesso a agenda completa de eventos, basta acessar a plataforma online: http://openinnovationbrasil.ning.com/events

Topo


Semana Global de Empreendedorismo

Entre 15 e 21 de novembro deste ano, o Brasil participará da Semana Global do Empreendedorismo, movimento que acontece simultaneamente em mais de 90 países e tem como objetivo fortalecer a cultura empreendedora. Coordenada pela Endeavor desde 2008, a Semana reuniu em suas últimas edições mais de sete milhões de pessoas em vários estados brasileiros.

Para participar do movimento, empresas, universidades, associações, entidades sem fins lucrativos e profissionais dos mais diversos setores da economia podem realizar ações como competições, desafios, debates, integrações, feiras, entre outros.

Entre as organizações parceiras já confirmadas estão o SEBRAE, Junior Achievement, Santander, Artemísia, Senac, Amazon Sat, Insper, ESPM, FGV, Universidade Metodista, Firjan, Organizações Globo, Grupo Umbria.

Mais informações: http://www.semanaglobal.org.br/Index.aspx

Topo


6ª feira de inovação tecnológica Inovatec

A 6ª edição da feira de inovação tecnológica Inovatec vai ocorrer entre os dias 5 e 8 de outubro no centro de convenções Expominas, em Belo Horizonte (MG). A proposta do evento é reunir os atores da inovação para o diálogo e a exposição de demandas empresariais e ofertas tecnológicas, criando oportunidades para o desenvolvimento de parcerias globais. A Inovatec é uma promoção da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes).

Com os EUA como país âncora do evento, a 6ª edição da Inovatec promoverá o compartilhamento de conhecimento entre pesquisadores, empresas e institutos de C&T brasileiros e norte-americanos nas áreas de energia, tecnologia da informação e comunicação (TIC), biotecnologia, gestão da inovação e transferência de tecnologia, entre outras.

A Inovatec se desenvolverá neste ano sobre dois eixos de interesse: Copa 2014 (oportunidades para o desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores) e Energia Limpa (tecnologias e negócios voltados para as fontes energéticas eólica, solar, biomassa e hidráulica).  A feira é dividida em espaços físicos que agrupam setores tecnológicos. Esses setores reúnem em um mesmo espaço os agentes de inovação interessados em apresentar novas tecnologias, ofertar e demandar novos projetos tecnológicos. Nesta edição a Inovatec abrigará onze setores: Agronegócio, Automotivo (mecânico), Biotecnologia, Eletroeletrônico, Energia Limpa, Florestas (madeiras e móveis), Mineração e Metalurgia, Químico (materiais), Tecnologia da Informação e Comunicação, Têxtil (vestuário e calçados) e Institucional.

Durante a feira, o Sistema Mineiro de Inovação (Simi) realizará seus “Encontros de Inovação” com os diversos setores tecnológicos presentes. Esses encontros têm o objetivo de integrar instituições de ensino e pesquisa, empresas e governo.

Toda a programação da Inovatec é gratuita.

Mais informações e inscrições: www.inovatec2010.com.br

Twitter da Inovatec: www.twitter.com/Inovatec

Topo


 

Financiamento

Notícias do Centro de Open Innovation – Brasil
FINEP + BNDES

A cooperação entre as duas maiores agências governamentais de apoio à inovação, a FINEP e o BNDES, deve resultar em R$ 1,7 bilhão em recursos disponíveis por meio de dois programas. O anúncio foi feito no final de maio na abertura da 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

"Esta cooperação evidencia a tendência de uma articulação mais coordenada entre as diferentes agências de apoio à inovação no país", diz Rafael Levy, sócio-diretor da Allagi. "Essas atividades mais coordenadas têm o lado positivo de permitir uma maior complementaridade entre os programas, financiando todo tipo de despesa e investimento necessário no processo completo de inovação", completa.

Em um dos programas, a FINEP receberá do banco R$ 750 milhões para financiamento a taxas fixas subsidiadas de projetos de P&D nas áreas prioritárias da Política de Desenvolvimento Produtivo (taxas de 3,5%) e de estudos e iniciativas de implantação de mudanças de processos de P&D (taxas de 4,5%).

O outro programa prevê investimentos de até R$ 1 bilhão entre 2011 e 2013 para apoiar a inovação no setor de bioetanol, principalmente no aproveitamento do bagaço e da palha da cana de açúcar para produção de etanol e novos produtos. Serão passíveis de apoio empresas e instituições de ciência e tecnologia que trabalhem individualmente ou em parceria. O financiamento será oferecido nas diversas modalidades disponíveis na FINEP e no BNDES, como crédito, subvenção, participação societária e cooperação ICT-empresa.

Topo


 

Clipping

Notícias externas sobre inovação aberta
Open Innovation. Success Factors and More…

No post, o professor Frank Piller, diretor do grupo de gestão de tecnologia e inovação na universidade alemã RWTH Aachen University, comenta um estudo de 2010 sobre a implementação da inovação aberta nas trinta maiores companhias de indústria e saúde. Entre outros resultados, Piller destaca que a inovação aberta é vista como necessidade estratégica e forma de reduzir custos, que cada vez mais se diferencia da co-criação e que as empresas têm tido dificuldades para obter recursos para open innovation, construir business cases e estabelecer sistemas de métricas.
http://redesdeinnovacion.net/2010/06/15/open-innovation-success-factors-of-implementing-and-more…/

4ª CNCTI debate fortalecimento da P&D nas empresas

Notícia sobre a 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (4ª CNCTI), ocorrida de 26 a 28 de maio, destaca a fala do gerente geral de Gestão Tecnológica da Petrobras, José Roberto Fagundes Netto, sobre a necessidade de se integrar a inteligência interna à externa na empresa.
http://www.cgee.org.br/cncti4/index.php?option=com_content&view=article&id=320:4o-cncti-debate-fortalecimento-da-pad-nas-empresas&catid=1:assessoria&Itemid=74

Novas Ferramentas de Pesquisas em Propriedade Intelectual

O texto informa sobre duas novidades para livre acesso a bancos de patentes e informações sobre propriedade intelectual (legislação, padrões, estatísticas, etc.). Trata-se das ferramentas de busca da Organização Mundial de Propriedade Intelectual e do escritório de marcas e patentes dos Estados Unidos (USPTO).
http://blog.allagi.com.br/2010/06/08/novas-ferramentas-de-pesquisas-em-propriedade-intelectual/

Topo


 

Dica de leitura

Livros e artigos sobre inovação aberta e temas correlatos

    Título original: The Open Innovation Revolution: Essentials, Roadblocks, and Leadership Skills.

    Autor: Stefan Lindegaard
    ISBN: 978-0-470-60439-7
    Editora: John Wiley & Sons, Inc.
    Ano de publicação: 2010

 

The Open Innovation Revolution: Essentials, Roadblocks, and Leadership Skills procura responder à questão que muitos líderes de negócio enfrentam no dia-a-dia de suas empresas: como os gestores de inovação e empreendedores podem operar livremente em um ambiente corporativo que pretende manter as coisas como elas são?

Esse guia prático revela que, sem as pessoas certas para conduzir os processos de inovação, as chances de sucesso de negócios de uma empresa diminuem significativamente. Com a inovação aberta se tornando regra, desenvolver as habilidades pessoais corretas – networking, comunicação com stakeholders, construção de sua marca pessoal e capacidade de “vender idéias” – é essencial para os gestores de inovação e empreendedores.

Ao abordar os temas abaixo, The Open Innovation Revolution mostra como uma empresa pode fortalecer seu modelo de negócio preparando-se para superar os desafios do mundo da inovação aberta:

Sobre o autor: O dinamarquês Stefan Lindegaard é palestrante, facilitador de network e consultor em inovação aberta e empreendedorismo.

Topo


    Título original: Measuring Innovation: A New Perspective.

    Autor: Organização para Cooperação
    e Desenvolvimento Econômico - OCDE
    ISBN: 978-92-64-05946-7
    Editora: OECD Publishing
    Ano de publicação: 2010

 

Measuring Innovation: A New Perspective é a mais nova publicação sobre indicadores de inovação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O documento seleciona indicadores tradicionalmente usados para monitorar a inovação e os complementa com indicadores de outros domínios, como por exemplo, educação, investimentos em bens intangíveis e marcas, resultados econômicos, ambientais e sociais, que descrevem o contexto mais amplo no qual a inovação ocorre.

Sendo o capital humano um input básico da inovação, uma série de indicadores revela como as políticas públicas estão contribuindo para o conhecimento e para a pesquisa tecnológica. Outros conjuntos de indicadores examinam como as empresas transformam habilidades e conhecimento e lançam luz sobre os diferentes papéis dos investimentos públicos e privados no incentivo à inovação. O documento também enfatiza quais são as falhas nos indicadores sobre inovação e propõe formas para aperfeiçoá-los.

O documento completo, com indicadores apresentados em pdf e em tabelas excel, pode ser visto na página da versão online.

Topo


    Título original: The OECD Innovation Strategy:
    Getting a Head Start on Tomorrow

    Autor: Organização para Cooperação
    e Desenvolvimento Econômico - OCDE
    ISBN: 978-92-64-08470-4
    Editora: OECD Publishing
    Ano de publicação: 2010

 

Nos últimos dois anos houve uma redução do potencial de crescimento de países desenvolvidos e emergentes. Nesse cenário pós-crise, e com uma recuperação ainda frágil, o mundo se depara com significantes desafios econômicos, sociais e ambientais.

Nesse contexto, e como resultado de três anos de trabalhos multidisciplinares, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), por meio de sua publicação The OECD Innovation Strategy - Getting a Head Start on Tomorrow, apresenta sua estratégia de inovação para os próximos anos e delineia uma agenda de medidas para promover progresso.

O estudo oferece análise e orientação sobre ações governamentais, em temas como educação e capacitação de pessoas, ambiente de negócios, infraestrutura e criação e difusão do conhecimento. O relatório destaca ainda experiências e boas práticas de países ao redor do mundo.

Topo


 

Sobre este boletim

O Boletim Inovação Aberta é uma iniciativa do Centro de Open Innovation – Brasil. Nesta publicação digital bimestral, patrocinada por participantes do Centro, pessoas envolvidas com a prática da inovação aberta no país são entrevistadas com o objetivo de registrar casos, discutir conceitos e propiciar oportunidades. O boletim também oferece informações sobre os principais cursos, eventos, artigos e lançamentos relacionados à inovação aberta.

 

Colabore

Topo

Esta iniciativa é patrocínio e colaboração de:

Siga o Centro

Allagi Ning Twitter Facebook

Termos de uso